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07 de setembro de 2026

OpenAI lança GPT-6 Astra, com ganho real mas incremental em coding

A OpenAI lançou o GPT-6 Astra em 3 de setembro, com rollout escalonado para tiers pagos do ChatGPT, API e AWS nos dias seguintes. Em benchmarks de código, marcou 57,9% no Terminal-Bench 4.0 (ante 37,3% do GPT-5.6 Sol) e 74,1% no DeepSWE v1.1 (ante 72,7%) — mas segundo a cobertura do lançamento, o Muse Spark 1.3 da Meta ainda leva vantagem em coding agêntico.

O GPT-6 Astra foi treinado em mais de 100 mil GPUs no site Stargate, no Texas — o maior treinamento já feito pela OpenAI, segundo a empresa. O lançamento veio depois de um atraso: a OpenAI havia adiado a versão após um incidente de segurança envolvendo a Hugging Face em julho, para adicionar salvaguardas extras.

Nos benchmarks voltados a código e uso de terminal, o Astra marcou 57,9% no Terminal-Bench 4.0 contra 37,3% do GPT-5.6 Sol, e 74,1% no DeepSWE v1.1 contra 72,7% do mesmo antecessor — ganho real, mas incremental no segundo caso. Fora de código, os números mais chamativos são 97,6% no FrontierMath Tier 4 e 99,9% no ARC-AGI-3. O preço é US$ 10/US$ 50 por milhão de tokens de entrada/saída, com 1M de tokens de janela de contexto.

Por que importa

O salto grande do Astra é em raciocínio abstrato e matemática, não em coding — o ganho em Terminal-Bench é real, mas quem escolhe modelo só pelo desempenho em terminal/agente de código pode achar o Muse Spark 1.3 da Meta mais competitivo nesse recorte específico, segundo a cobertura do lançamento. Vale testar antes de trocar o que já está configurado no roteamento de modelo.

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Publicado em Digest — 07 de setembro