12 de outubro de 2026
Hook escrito como instrução em linguagem natural deixava passar o que devia bloquear
A v2.1.294 (8 de outubro) corrigiu hooks do tipo prompt ou agent escritos como instrução em linguagem natural (algo como Bloqueie comandos que...), que em certos casos permitiam exatamente o que deveriam bloquear. A mesma versão ajustou o julgamento de hooks de Stop e SubagentStop para reduzir parada antecipada indevida.
Hooks do tipo prompt ou agent deixam escrever a regra em linguagem
natural — por exemplo, uma instrução pedindo para bloquear comandos
que apaguem arquivo de configuração — em vez de um script determinístico.
A v2.1.294 corrigiu um caso em que esse tipo de hook, escrito como
instrução, permitia passar exatamente o comportamento que deveria
bloquear: o julgamento da instrução falhava silenciosamente em certas
situações, sem avisar que a regra não tinha pego.
Na mesma versão, saiu um ajuste separado no julgamento de hooks de
Stop e SubagentStop escritos como instrução, tornando menos
provável que o Claude pare uma tarefa antes da hora por interpretação
excessivamente literal da regra.
Por que importa
Quem usa hook de bloqueio escrito em linguagem natural — em vez de regex ou script — para proteger algo sensível (arquivo de produção, credencial, branch protegida) deve atualizar para a v2.1.294 ou mais recente e, se possível, testar a regra de novo para confirmar que ela ainda bloqueia o que deveria. Regra crítica de segurança continua mais confiável como script determinístico do que como instrução interpretada pelo modelo, mesmo depois da correção.
Publicado em Digest — 12 de outubro